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22 março 2011

Within Temptation

Within Temptation é uma banda de metal sinfônico dos Países Baixos, formada em 1996 pelo guitarrista Robert Westerholt e pela vocalista Sharon den Adel. A partir do álbum 'The Silent Force' começaram a ganhar maior notoriedade na mídia internacional.

Formação

No começo de 1996 começa a banda com Robert Westerholt (na guitarra) e Sharon den Adel (nos vocais) depois adicionado Jeroen van Veen (no baixo), Martijn Westerholt no teclado, o segundo guitarrista Michiel Papenhoeve e Ivar de Graaf na bateria. Eles assinaram um contrato de gravação com a DSFA Records no ano seguinte, e começaram o trabalho para seu primeiro lançamento.


Discografia 

Enter

  • Lançado: 6 de Abril, 1997
  • Chart Positions: N/A
  • Vendas: 100,000 (apenas na Europa)
  • Rótulo(s): DSFA Records, Season of Mist
  • Singles: "Restless"

Mother Earth
  • Lançado: 4 de Dezembro, 2000 (Países Baixos); 21 de Agosto, 2001 (Europa)
  • Chart Positions: #3 Holanda, #3 Bélgica, #7 Alemanha, #11 Noruega, #30 Austria, #70 Suíça.
  • Vendas: 750,000 (Apenas na Europa)
  • Rótulo(s): DSFA Records, Roadrunner Records, Sanctury Records, GUN Records
  • Singles: "Our Farewell", "Ice Queen", "Mother Earth", "Never Ending Story" (promo only)

The Silent Force
  • Lançado: November 15, 2004
  • Chart Positions: #1 Holanda,#1 Finlândia,#1 Bélgica,#3 Grécia, #5 Alemanha, #12 Austria, #17 Portugal, #7 Suíça, #20 Espanha, #4 Suécia, #8 Noruega.
  • Vendas: 2.900.000 (mundialmente)
  • Rótulo(s): GUN Records, Roadrunner Records
  • Singles: "Stand My Ground", "Memories", "Angels", "Jillian (I'd Give My Heart)" (promo only)

The Heart of Everything
  • Lançado: 12 de Março, 2007
  • Chart Positions: #1 Holanda, #1 Bélgica, #1 Finlândia, #3 Suécia, #5 Portugal, #4 Alemanha, #3 Suíça, #12 Austria, #12 República Tcheca, #48 Itália, #22 Polônia, #26 Espanha, #4 Noruega, #26 França, #32 Dinamarca, #30 Reuno Unido, #68 México, #88 Austrália, #99 Estados Unidos.
  • Vendas: 3.400.000 (mundialmente)
  • Rótulo(s): Roadrunner Records, GUN Records (Europe)
  • Singles: "What Have You Done", "The Howling", "Frozen", "All I Need", "Forgiven"

Black Symphony (Live)
  • Lançado: 22 de Setembro, 2008
  • Chart Positions: #1 Holanda,#1 Finlândia, #2 Bélgica, #3 Portugal, #5 Alemanha, #7 Suíça, #27 República Tcheca, #36 Áustria, #77 França
  • Vendas: N/A
  • Rótulo(s): Gun Records, Roadrunner Records, Sony BMG
  • Singles: "Forgiven", "Hand of Sorrow" (Promo Video only)
An Acoustic Night at the Theatre (Live)
  • Lançado: 2 de Novembro, 2009
  • Chart Positions: #4 Holanda, #67 Bélgica
  • Vendas: N/A
  • Rótulo(s): Gun Records, Roadrunner Records, Sony BMG
  • Singles: "Utopia"

EPs

The Dance

  • Lançado: 21 de Junho, 1998
  • Chart Positions: N/A
  • Vendas nos E.U.A.: N/A
  • Vendas na Europa: N/A
  • Rótulo(s): DSFA Records, Seasons Of Mist
  • Singles: none
  • Videoclipe animado da música The Dance pode ser encontrado no DVD Mother Earth Tour

Running Up That Hill

  • Lançado: 2003
  • Chart Positions: N/A
  • Vendas nos E.U.A.: N/A
  • Vendas na Europa: N/A
  • Rórulo(s): N/A
  • Singles: Running Up That Hill
  • Cover de Kate Bush song de 1985. Possui videoclipe.
The Howling
  • Lançado: 1º de Maio, 2007
  • Chart Positions: Top 30 us 100 Hit Top chart
  • Vendas nos E.U.A.: N/A
  • Vendas na Europa: N/A
  • Rótulo(s): Roadrunner Records
  • Singles: The Howling
  • US Promo EP exclusivamente vendido por Hot Topic em número limitado.
 Formação atual
  • Sharon den Adel - vocal (desde 1996)
  • Robert Westerholt - guitarra (desde 1996)
  • Ruud Adrianus Jolie - guitarra (desde 2001)
  • Jeroen van Veen - baixo (desde 1996)
  • Mike Coolen - bateria
 Álbuns
  • Enter (6 de abril de 1997, DSFA Records)
  • Mother Earth (21 de agosto de 2001, DSFA Records)
  • The Silent Force (15 de novembro de 2004, GUN Records)
  • The Heart of Everything (12 de março de 2007, Roadrunner Records e GUN Records)
  • An Acoustic Night at the Theatre (Gravado ao vivo em 2008 na Holanda)
  • The Unforgiving (25 de março de 2011, Roadrunner Records)

    23 fevereiro 2011

    EBM Cuiabá

    Um dia desses estava eu perambulando pelos caminhos sombrios da net durante a madrugada, eis que fui parar no Orkut, e vejo uma mensagem que um amigo meu enviou pra todos, sobre um blog de ebm, eu como sou apreciador do som, entrei e descobri que se tratava de um blog criado pra divulgar o gênero em Cuiabá.(fiquei igual uma puta quando vê cliente novo)

    Então vim aqui fazer um jabá do blog





    Um pouco sobre EBM...

    EBM (Electronic Body Music) é um gênero musical, resultante da fusão do synthpop dos anos 80 com a música industrial, criando um estilo pesado e agressivo. Em meados dos anos 80, o grupo belga Front 242 inventa o termo EBM (eletronic body music) para explicar o som que eles faziam. A música EBM consiste (mas não exclusivamente) de timbres eletrônicos, na grande maioria das vezes sintetizados, letras agressivas, batidas distorcidas e algumas vezes a utilização de instrumentos nada convencionais, como serras elétricas e furadeiras. Vale ressaltar que embora considerados sinônimos as vezes, existe uma diferença entre Industrial e EBM, embora ambos os gêneros compartilhem a mesma raiz. Como a maioria dos gêneros musicais alternativos, o EBM possui baixa popularidade. Há várias culturas que são associadas ao EBM, sendo as mais notáveis: Gótica, Rivethead e Punk.

    ***conteúdo retirado do blog ebmcuiaba.blogspot.com

    Então pessoal entre no blog, conheçam um pouco mais, sigam ele e baixem algumas bandas que compõe todo esse universo EBMitico


    ebmcuiaba.blogspot.com



    stay move your body

    21 fevereiro 2011

    Zine Flores do Lado de Cima

    Saudações meus caros, hoje, nesta linda manha de segunda, inicio este post as 9:03 horas.
    E apresento o Zine Virtual Flores do Lado de Cima.
    Nele você encontrará infinidades de matérias sobre a cultura dark seja musical, artes plásticas, cinema, literatura, entre outras.
    É realmente muito bom. Eu Indico.
    Recentemente saiu a 16ª Edição do zine com conteúdo bem váriado. Essa edição vou colocar pra download, mas entrem no site (no final do post) e baixem todos as outras edições.



    Esta edição também acompanha uma coletânea musical que também é a primeira coletânea criada pelo zine, foi nomeada Cadauveribus Cantationem. Com várias bandas do underground, incluindo meu projeto de dark ambient Gorium.



    01. GORIUM -Reflex of a Crow
    02. ARMON - Dark Girl
    03. LOW HIPNOISE -Broken Dream
    04. POSTHUMAN TANTRA -The Sinister Mantra of Human Dogmas
    05. U.L.D -Beloved Zombie
    06. ARIAN CEWEDD - Saltarello
    07. NAHTAIVEL - The Conquistador Of the Useless
    08. SFERO -The Raven

    Você pode baixar o Zine e a Coletânea em um mesmo arquivo


    E também entre no blog do Flores do Lado de Cima:

    floresdoladodecima.blogspot.com



    Agradeço a Ravenna Raven por me possibilitar a chance de participar dessa compilação.


    stay buried

    11 fevereiro 2011

    Zombie Girl

    Zombie Girl é um projeto canadense de Electro-Industrial/Industrial, composto por Renee Cooper, o homônimo Zombie Girl.
    Iniciado em 2006, as letras da banda tem um centro de temas no humor negro e filmes de terror.
    Ela produziu dois EPs e um álbum completo da gravadora Alfa Matrix. Seus álbuns são vendidos nos Estados Unidos sob a gravadora Metropolis.
    A impressão do segundo álbum, Blood, Brains e Rock 'N' Roll foi adiada devido as três empresas de impressão que se recusaram a imprimir a arte que continha grandes quantidades de sangue, bem como um cérebro em um prato. Em uma edição da revista online Razorblade Society, Renee afirmou que ela não está mais trabalhando com Sebastian.



    Discografia

    06 janeiro 2011

    Compilação: NECRONOMUSICK IV - KÓSMOS



    Saudações a todos que entram em meu humilde blog...Bem a tempos não coloco uma atualização aqui, então...
    PRIMEIRO POST DO ANO MANOLO. Feliz Ano Novo pra nóis(HAPPY NEW YEAR FOR US para os gringos entenderem)
    E venho cumprir a promessa que fiz de divulgar a compilação de dark ambient brasileira NECRONOMUSICK.
    Entrou em sua quarta edição ano passado(2010), contando com 15 faixas compostas exclusivamente para o album. Ele leva o título de KÓSMOS, aonde os compositores trabalharam com inspiração em tudo aquilo que envolve o cósmo.
    Colocarei o link para download deste album, e os antecessores


    .
    NECRONOMUSICK IV: KÓSMOS







    I: Mind Shit Noise - "Cosmic Wisdom Harmless"
    II: Silentio Deum Cole - "Saturn"
    III: Cpt. Benny David - "Science Fiction From Outer Space"
    IV: God Pussy with KalvaryBass 666 - "Rלמيח3GKהקXוסמיתXالكורDونBةP"
    V: Moloch - "Funeral In Pluto "
    VI: Posthuman Tantra -"Parallel Universes & Eternal Collisions"
    VII: Derian Finire - "O Virtuoso"
    VIII: Desert Old Garden - "Sirius"
    IX: Görium - "Obscure Emissions From Venus"
    X: Nix's Eyes - "Chaotic Ether Growing On The Formless Matter"
    XI: A Lifetime Of Trials - "Mesmerized By The Inner Abyss I"
    XII: Anti-Matt3r - "Fótons De Alcion"
    XIII: Necrotik Fauna - "Universo, O Paradoxo"
    XIV: Gabbrielleschi - "Sailing The Solar Wind While Capturing Barking From Laika Through The Cosmic Microwave Background Radiation"
    XV: Abismo - "Órion... No Vazio Extinto Das Estrelas..."








    Necronomusick I - The Death Download







    Necronomusick II - Obskure Water Download







    Necronomusick III - Medieval Macabre Download






    Logo também postarei sobre compilações paralelas, dentro da cena dark ambient/industrial/noise do brasil.



    Acesse também:

    www.necronomusick.tk

    asylumarchives.blogspot.com




    stay necro

    13 dezembro 2010

    Canções para uma noite fria...

    Como citei no post anterior sobre o tempo frio que invade minha cidade, estava pensando 10 em músicas que seriam uma bela trilha sonora pra uma noite fria.




















    E Para terminar a Noite







    stay in a cold night

    15 novembro 2010

    5 Albuns Musicais da Semana #7

    A tempos não posto nenhum download, hoje só banda do deabo(nada de música pra balançar a bundinha). Enjoy.





    MISFITS - FAMOUS MONSTERS

    horror punk


    01. Kong at the gates
    02. The forbidden zone
    03. Lost in space
    04. Dust to dust
    05. Crawling eye
    06. Witch hunt
    07. Scream!
    08. Saturday night
    09. Pumpkin head
    10. Scarecrow man
    11. Die monster die
    12. Living hell
    13. Descending angel
    14. Them
    15. Fiend club
    16. Hunting humans
    17. Helena
    18. Kong unleashed
    19. Devil doll
    20. 1,000,000 years BC
    21. Helena 2

    DOWNLOAD

    WEDNESDAY 13 - BLOODWORK

    horror punk


    01. B-Movie Babylon
    02. Return Of The Living Dead
    03. Runnin' Down A Dream
    04. I Love To Say Fuck
    05. My Demise B.C.
    06. Skeletons A.D.

    DOWNLOAD


    ROB ZOMBIE - HELLBILLY DELUXE

    industrial metal


    01. Call of the Zombie
    02. Super Beast
    03. Dragula
    04. Living Dead Girl
    05. Preversion 99
    06. Demonoid Phenomenon
    07. Spookshow Baby
    08. How to Make a Monster
    09. Meet the Creeper
    10. The Ballad of Resurrection Joe and Rosa Whore
    11. What Lurks on Channel X
    12. Return of the Phantom Strangler
    13. The Beginning of the End

    DOWNLOAD


    BLACK AUTUMN - AURORA

    dark metal


    01. Aion
    02. The Threefold Life
    03. Seven Spirits
    04. Lightning Goeth From Fire
    05. Aurora
    06. Dawn In Rising
    07. Paradigma
    08. Ungrund

    DOWNLOAD


    DANZIG - 777 I LUCIFERI

    metal


    01. Unendlich
    02. Black Mass
    03. Wicked Pussycat
    04. God of Light
    05. Liberskull
    06. Dead Inside
    07. Kiss the Skull
    08. I Luciferi
    09. Naked Witch
    10. Angel Blake
    11. The Coldest Sun
    12. Halo Goddess Bone
    13. Without Light, I Am

    DOWNLOAD





    yeah! We have demons!

    14 setembro 2010

    A História Incompleta da Arte do Violino Funerário



    Hoje vou falar um pouco do livro A História Incompleta da Arte do Violino Funerário, maaaas primeiro um pouco sobre o autor. Enjoy.

    Rohan
    Kriwaczek é escritor, compositor, violinista, ex aluno dos músicos Peter Maxwell Davies, Oliver Knussen e Judith Weir, e criador profílico de obras clássicas, partituras de teatro, televisão e rádio. Tornou-se conhecido como "A maior autoridade sobre a história e a prática do violino funerário da Ingalterra" uma forma musical que ele inventou com uma história e compositores remontando suas obras criadas a vários séculos.

    Ele é criador do livro An Incomplete History of the Art of Funerary Violin(A História Incompleta da Arte do Violino Funerário) públicado em 2007. As músicas de Kriwaczek tem uma atmosféra sombria e assustadora - senão macabra.

    Este livro que ele criou, apesar do nome, é uma obra de ficção e não possue uma história real.
    Kriwaczek argumenta que seu livro não é uma farsa , nem uma tentativa de induzir em erro.

    Ele emitiu uma declaração em 05 outubro de 2006 dizendo que ele queria "ampliar a noção de composição musical para englobar a criação de todo um gênero artístico, com a sua história de acompanhamento necessárias, mitologia, filosofia, função social, etc"

    Não consegui obter uma cópia para download do livro =(


    Mas nada está perdido, em 2007 foi lançado um album musical com obras de vários violinistas tocadas pelo grupo The Guild of Funerary Violinists sob a direção de Rohan Kriwaczek.

    Foi uma árdua procura, mas encontrei as músicas pra download.





    The Art of Funerary Violin - 2007




    01 Funerarius For Michael Wise Esquire - Orlando Addleston (1681)
    02 The Sombre Coquetry Of Death - Hieronymous Gratchenfleiss (1810)
    03 The Dizzy Flight Of Death - Hieronymous Gratchenfleiss (1810)
    04 From Pompes Funebres No.2 - Pompe Ii - Michel Meunier (1693)
    05 From Funerary Suite No. 4 - Flight - Charles Sudbury (1832)
    06 The Noble March Of Death - Hieronymous Gratchenfleiss (1810)
    07 From Funerary Suite No.4 - Eulogy - Charles_Sudbury (1832)
    08 From The Sultry Dance Of Death - Hieronymous Gratchenfleiss (1810)
    09 From Sept Regards Sur L'Esprit De La Mort - Marche Funebre - Pierre Dubuisson (1826)
    10 The Erroneous Dirge Of George Babcotte - George Babcotte Thomas Dinsley (1586_1697)
    11 Great Funerary Sonata - Knocking At The Door - Stanley Eaton (1912)
    12 Great Funerary Sonata - Introduction To The Angels - Stanley Eaton (1912)
    13 Great Funerary Sonata - Purging Of Mortal Sin - Stanley Eaton (1912)




    para quem quiser ouvir antes de baixar, um video aqui.




    LINKS

    www.rohan-k.co.uk/guildhome.html

    www.myspace.com/guildoffuneraryviolinists

    www.myspace.com/rohantheatreband





    stay dying

    14 julho 2010

    Estilos Musicais: Dark Cabaret

    Bom hoje depois de muito tempo sem posts, vou sanar a divida que tenho com um pessoal, que era um post sobre dark cabaret. Aqui está. Enjoy...


    O Dark Cabaret era apenas uma definição humoristica dos cabarés, mas com um tempo este nome foi se tornando um gênero musical aonde predomina a temática decadente, burlesca e vaudeville, apresentações com o estilo goth e punk de 1970. O Termo foi usado pela primeira vez nos anos 90 por Sam Rosenthal.

    O termo "Dark Cabaret" é aplicado para um grande número de bandas que também podem cair em gêneros como Punk Cabaret, Punk Opera, Neo-Burlesque, Vaudeville, Neo-Folk, Apocalyptic Folk, Psych Folk, entre outros. As mudanças e misturas desse gênero podem tornar difícil a tarefa de definir o gênero das bandas influenciadas pelo Dark Cabaret.

    The Dresden Dolls

    Uma das primeiras bandas a tocar e se considerar uma banda de dark cabaret foi o Tiger Lillies, formada em Londres em 1989. Em 1980 o cabaré satirizado foi revivido e popularizado por bandas basicamente de Londres como Fascinating Aida e Kit and The Widow, mas o Tiger Lillies foi o único que incorporou em suas canções temas como blasfêmia, prostituição e bestialidade cantadas por Martyn Jacques usando uma voz falsete.

    The Tiger Lillies

    Alguns instrumentos musicais tradicionais do gênero são piano, acordeão, trompete, etc. e à voz que chega por vezes a atingir registos próximos da ópera.
    O termo dark cabaret foi popularizado em 2005 após o lançamento da coletânea Projekt Presents: A Dark Cabaret por Projekt Records, uma gravadora associada ao genêro gótico.

    O Dark Cabaret pode ser descrito como uma fusão das estéticas do cabaret e do gótico.
    O surgimento da cena dark foi devido com a ascensão do neo-burlesco, a partir de 1990. Os dois tornaram-se ligado na sequência do aparecimento de artistas como a orquestra de Chicago burlesque Apartment (1997-2005) e o surgimento da bellydance gothic.

    Voltaire

    Rasputina

    Emilie Autumn

    Atualmente, as bandas mais conhecidas são The Dresden Dolls, The Tiger Lillies, Amanda Palmer, Hannah Fury, Emilie Autumn, Voltaire, Rasputina.











    "Actum est"

    Fontes:

    wikipedia
    dark-cabaret.blogspot.com




    Stay in cabaret

    07 julho 2010

    Gorium. O primeiro projeto de Dark Ambient de Cuiabá

    Então meus caros leitores Hoje vou apresenta-los o projeto Gorium. É um projeto musical nascido a quatro anos atrás criado por mim André[essa criatura que vos digita] e até o momento o único projeto de música obscura na cidade seguindo a linha do dark ambient em minhas composições, mas o que é dark ambient?!

    De uma forma simples de explicar, é aquelas músicas atmosféricas que tocam nos filmes de terror com sonoridade tensa e obscura.

    Um pouco da história...

    Surgindo na década de 90, o dark ambient é um sub-gênero da música ambient, são trabalhos com sonoridade pesada, oculta, obscura, desconcertada. O estilo também é conhecido como Isolationism, em 1994 foi criada uma coletânea chamada Ambient 4: Isolationism, que é um album altamente recomendado para amantes do dark ambient. Estilos como música industrial, dark wave, black metal e noise ajudam a completar o dark ambient.

    Precursores


    Músicos que exploraram ou influenciaram o gênero:

    Miles Davis
    Tangerine Dream
    Steve Reich
    Brian Eno
    Cabaret Voltaire
    Throbbing Gristle

    No Brasil também temos isso, aqui temos muitos artistas que seguem este estilo musical. Existem compilações de dark ambient que anualmente lançam novos trabalhos com temas variados. Teve o Ambientescuro, o Noite Na Taverna que foram obras inspiradas nos trabalhos de Alváres de Azevedo (é muito recomendado) E e Necronomusick que é uma compilação que já esta na sua 4ª edição no processo de criação, as anteriores tiveram o nome de:

    Necronomusick I - The Death Download

    Necronomusick II - Obskure Water Download

    Necronomusick III - Medieval Macabre Download


    Logo que sair a quarta edição eu posto aqui.

    Bom é isso, já tiveram uma noção do que é dark ambient agora voltando ao Gorium.
    Já participei das 4 edições do Necronomusick, e estou no meu 5º album com o título de Rusted Memories, segundo album meu com o selo UCT Uncomforable Records, Disponpibilizo meu trabalho para vocês apreciarem, qualquer dúvida deixem um recado no post e responderei com todo prazer.

    Gorium - Rusted Memories (2010)



    Tamanho: 42 mega


    01 - Contamination #1
    02 - Torment's Path
    03 - Seven Eyes
    04 - Black Hole in the Sky
    05 - My Sweet Death
    06 - Contamination #2
    07 - Call of the Night
    08 - Rusted Lips
    09 - Open Your Eyes to the Sky
    10 - Dreamer


    DOWNLOAD


    Espero que gostem, até logo.




    stay dark

    28 abril 2010

    Estilos Músicais: Jazz Noir


    Sei que é estranho ver um post sobre Jazz num blog que pretende apresentar coisas com temáticas obscuras, só que...apresentarei um estilo obscuro de jazz. o Jazz Noir.

    O Jazz Noir tem em sua essência o jazz tradicional mesclado com a música ambient obscura.
    Criando assim uma sonoridade soturna, mas com o toque certeiro do jazz.

    Posso citar algumas das bandas mais conhecidas desse gênero:




    Kilimanjaro Darkjazz Ensemble


    The Mount Fuji Doomjazz Corp.


    Bohren & Der Club of Gore


    Morphine

    Algumas músicas para conhecer um pouco sobre o Jazz Noir...ENJOY

    Morphine - Souvenir


    Bohren & Der Club of Gore - On Demon Wings







    stay insane

    31 março 2010

    Estilos Musicais: Industrial

    Recentemente fiz uma discotecagem no Cavernas Bar aonde boa parte das músicas eram industrial metal, então resolvi abrir os posts de estilos musicais com o industrial.

    Música industrial é um termo usado para definir o gênero de alguns estilos musicais eletrônicos e experimentais criados desde o final da década de 1970 até os dias de hoje, como o som experimental de Throbbing Gristle, Einstürzende Neubauten, Cabaret Voltaire ou até o neofolk de bandas como Forseti.



    O Industrial é a música eletrônica intensa e por vezes pesada, cheia de ruídos e barulhos inesperados. Trata-se de um gênero musical que prima um conceito de independência e experimentalismo, com o uso de fontes não-musicais, como sintetizadores e guitarras distorcidas, timbres metálicos, ruídos plásticos, sons de sucatas, de correntes, vidros se quebrando, entre outros sons tirados de instrumentos "não-convencionais". É normal usar também colagens e experimentações com sintetizadores primitivos, fitas magnéticas e rádio para produzir música eletrônica, que freqüentemente continua sons e estruturas abstratas. Tudo isso como modo de representação do fascínio pelas qualidades hipnóticas e "mágicas" da própria estrutura do som.


    Primeira Geração: A Música Concreta (1940-1950)

    Pode se considerar que os pioneiros daquilo que mais tarde seria chamado de música industrial foram os compositores da música concreta. Um estilo musical ainda erudito, onde os compositores faziam parte do movimento avant-garde e portanto se importavam com o experimentalismo e a desconstrução sonora. Deste modo, acabaram criando a música eletrônica e a música experimental, e a junção destes dois gêneros é justamente o Industrial. Os representantes mais notáveis desta geração foram Pierre Boulez, Karlheinz Stockhausen, Edgar Varese, entre tantos outros.

    Segunda Geração: Krautrock e Pós Punk (1960-1970)

    Influênciados pela geração avant-garde e pelo rock progressivo da época, alguns compositores resolveram divulgar a música experimental em uma versão mais popular. Surgiu assim as bandas do Krautrock, como o Neu!, Kluster e o influente Kraftwerk. Estes seriam os pioneiros do industrial no mundo das bandas e gravadoras. Um tempo depois, influênciados pela cultura punk, surgiria algumas bandas que também se interessariam pelo experimentalismo eletrônico, como o Pere Ubu, Suicide, Killing Joke e o Clock DVA. A banda Throbbing Gristle já havia sido também criada antes destas três, porém ela seria a representante da terceira geração, quando as bandas passariam a ser consideradas industriais.

    Terceira Geração: Firmamento do Industrial (1970-1980)

    A terceira geração surgiu quando o termo "industrial" é inventado e é apartir daí que ele finalmente passa a ser considerado um autêntico gênero musical. O termo, cunhado por Monte Cazazza, levava a idéia de uma música criada para uma nova geração de pessoas, sendo toda a anterior, "agricultural". Depois de um tempo, porém, ele foi reinterpretado como se representasse uma "estética industrial". Surgiu assim uma série de compositores que adotaram este gênero. As bandas industriais clássicas são o Throbbing Gristle, Cabaret Voltaire, Skinny Puppy e o Einstürzende Neubauten.

    Quarta Geração: Crossovers (1990-2000)

    Esta geração, talvez a mais famosa de todas, foi aquela que resolveu misturar o gênero eletrônico industrial com outros estilos. Alguns destes crossovers já haviam sido inventados nos anos 80, mas foi nessa época que atingiram o grande público. Uma das misturas por exemplo, é o Industrial com o Synthpop, que ficou conhecido como EBM. Já outras bandas como o Atari Teenage Riot resolveram misturar o industrial com o techno e o punk rock hardcore, surgindo assim o Digital Hardcore. A mistura com o folk também ficou conhecida como Neofolk, e a mistura com a música ambiente ficou conhecida como Isolationism. A fusão mais famosa de todas sem dúvida é a do Industrial com o Rock, chamado simplesmente de Rock Industrial, cujo maiores representantes são o Nine Inch Nails e o Killing Joke. Mais tarde surgiria o Metal Industrial, de bandas como KMFDM, Ministry, e o Rammstein.

    Quinta Geração: Do Experimental ao Pop (2000-atualmente)

    Aqui os crossovers continuaram em alta, a diferença porém foi a perda dos valores experimentais, e o Metal Industrial passou então a ser considerado "rock com qualquer tipo de música eletrônica", o que irrita alguns Rivetheads, que acreditam que a princípal característica do industrial é justamente o experimentalismo e a desconstrução eletrônica, afirmando que certas bandas poderiam ser mais encaixados no termo new metal do que no industrial em si. Esta questão inclusive já havia sido discutida ao observar as características sonoras do Rammstein e do Marilyn Manson. Outros fãs porém, são mais saudosistas com os novos grupos, destancando-se o Celldweller, Dope, Static-X, Deathstars, entre outros.

    Sexta Geração: Círculos Fechados (1980-atualmente)

    Com o surgimento do crossover, e a banalização do termo industrial por outras subculturas (como roqueiros e góticos), muitos dos ditos amantes da música industrial decidiram isolar-se completamente do que para eles seria o sequestro do industrial pela chamada indústria cultural, sendo assim, esta geração enfatiza uma séria de princípios bem como uma segregação total da cena industrial em relação á qualquer outra e a ultra valorização do espírito contracultural da música industrial, sendo expressa tanto no experimentalismo e no espírito vanguardista bem como em ações diretas. Tal cena circunda os estilos mais extremos da música industrial, os quais evoluiram diretamente da música industrial original, sendo os principais o power electronics (Ex: Genocide Organ, Suttcliffe Jugend) e death industrial (Ex.: Grey Wolves), tais estilos são evoluções naturais da música industrial não tendo contato com nenhuma outra cena, seja eletrônica ou rock. No cenário do industrial dançante, á partir dos anos 2004 as versões mais pop do ebm como o futurepop começam é despencar, essa queda é seguida do surgimento do industrial hardcore (mistura de gabber, frenchcore com industrial), technoid (meslca de IDM com noise rítmico) e o anhalt EBM (Electronic Body Music com fortes influênicas punk e oi!)


    Sub-Gêneros

    Desde que começou, a Música Industrial vêm se fragmentando, produzindo uma dezena de sub-gêneros. Por serem extremamente extensos, alguns consideram não ser necessário a criação de tantos grupos, já que todos podem ser considerados "industriais" de qualquer maneira.

    Alguns deles estão descritos abaixo:


    Noise

    O Noise ("ruído", "barulho") têm um nome auto-explicativo. Surge oficialmente com o NON (projeto de Boyd Rice). Seu trabalho é seguido de perto pelo italiano Maurizio Bianchi e os ingleses do Whitehouse. O Meca do estilo é o Japão; de lá saem o Merzbow e o Masonna, seguidos de bandas que aproximaram o estilo do rock (Melt Banana, Boredoms, etc).


    Merzbow

    EBM

    Uma junção do Synthpop e Música Industrial, auxiliada por uma leva de novas tecnologias musicais/digitais mais acessíveis, surgidas nos anos 1980: os samplers, os sintetizadores baratos da Yamaha e o protocolo MIDI. Os representantes mais conhecidos desse gênero são o Nitzer Ebb, Front 242 e até mesmo o Kraftwerk.


    Front 242

    Rock Industrial

    Paralelo ao surgimento da Música industrial, o Pós-punk produziu muitas bandas que viriam a ser extremamente influentes as futuras gerações da Música Industrial. Um exemplo é o "death disco" do grupo PIL, uma mistura tensa de Dub, Krautrock e discothèque. Podemos também citar, da mesma geração, o "punk ácido" do Chrome, o rock esquizóide do Pere Ubu ou a depressão em forma de música que é o Joy Division.

    A segunda geração do Pós-punk, no entanto, foi a que realmente mereceu o título de "Rock Industrial". Dela saíram o Throbbing Gristle, Cabaret Voltaire, Killing Joke, Skinny Puppy e, mais tarde, o Young Gods e o Nine Inch Nails.


    Nine Inch Nails

    Isolationism

    Também conhecido como "Dark Ambient", é a junção da Música ambiente, criada por Brian Eno, e a Música industrial "original". Os primeiros discos do gênero datam do início dos anos 1980. Alguns destaques do estilo: Lull, Final, :ziovet*france, Nocturnal Emissions, Lustmord' e Scorn.


    Lustmord


    Neofolk

    A partir da 2º geração da Música Industrial, surgem artistas que transmutam a "filosofia" desse estilo para um contexto folk.

    Metal Industrial

    Se diz com frequência o Metal Industrial é só a junção do Heavy metal com a Música industrial. A verdade é mais complexa que isso: no Metal industrial cabem também o Pós-punk, o Hardcore, o Rock Alternativo, o Death Metal e o Drum and Bass.

    Aqui, uma lista dos grupos proeminentes do estilo:

    Rammstein
    Nine Inch Nails
    Filter
    Ministry
    Fear Factory
    Static-x
    Marilyn Manson
    Godflesh
    Spineshank
    Orgy
    KMFDM
    White Zombie


    Rammstein


    E aqui uma outra lista, com alguns destaques recentes:

    Celldweller
    Mortiis
    Dope
    Eisbrecher
    The Kovenant
    Megaherz
    Pain
    Deathstars
    Deadstar Assembly


    Deathstars

    Cyber Metal

    termo "Crossover" e sua validade para a Música Industrial
    O Metal industrial é às vezes chamado de "crossover". A origem dessa tendência talvez venha de uma declaração do Sasha Konietzko (KMFDM): ele disse que o grupo Alemão fazia uma espécie de "industrial-electronic-crossover-rock". Numa matéria para a Bizz, Enéas Neto chama o Revolting Cocks e o Ministry de "crossover techno-metal". Outros grupos mais recentes de Metal industrial da Alemanha - conhecidos coletivamente como o Neue Deutsche Härte - se chamam (ou são chamados) de "crossover". Alguns exemplos: Megaherz, Eisbrecher, Oomph! e Tanzwut
    Num sentido mais amplo, um crossover é "a apropriação de um estilo (especialmente na música popular), combinando-o com elementos de diferentes gêneros para fazê-lo mais palatável ao grande público" [19]. No contexto do rock underground, a sua assepção original era a mistura de Hardcore com Thrash metal que grupos como Dirty Rotten Imbeciles, S.O.D. e Agnostic Front promoviam em meados dos anos 1980. A intenção deles também era atingir um público maior: o publico do Metal . Baseados na sua definição original, há quem conteste o uso do termo Crossover para rotular bandas de Rock / Metal Industrial.

    Futurepop

    Surgido em meados dos anos 1990, é uma mistura de Synthpop oitentista, Trance europeu dos anos 1990 e EBM "old school". Alguns destaques do gênero: The Covenant, VNV Nation e Apoptygma Berzerk.


    Apoptygma Berzerk

    Terror EBM (ou Hellektro)

    É mais um sub-tipo de EBM contemporâneo que atualiza o som frio e mecânico do Front 242 enxertando-o com os vocais guturais e a bateria eletrônica distorcida do Skinny Puppy. O Hocico, Suicide Commando e Combichrist são as bandas mais populares do gênero. A temática paranóica e pessimista dos anos 1980 volta com carga total.


    Suicide Commando

    Fonte Wikipedia

    30 março 2010

    Estilos Musicais: Industrial

    Recentemente fiz uma discotecagem no Cavernas Bar aonde boa parte das músicas eram industrial metal, então resolvi abrir os posts de estilos músicais com o industrial.

    Música industrial é um termo usado para definir o gênero de alguns estilos musicais eletrônicos e experimentais criados desde o final da década de 1970 até os dias de hoje, como o som experimental de Throbbing Gristle, Einstürzende Neubauten, Cabaret Voltaire ou até o neofolk de bandas como Forseti.



    O Industrial é a música eletrônica intensa e por vezes pesada, cheia de ruídos e barulhos inesperados. Trata-se de um gênero musical que prima um conceito de independência e experimentalismo, com o uso de fontes não-musicais, como sintetizadores e guitarras distorcidas, timbres metálicos, ruídos plásticos, sons de sucatas, de correntes, vidros se quebrando, entre outros sons tirados de instrumentos "não-convencionais". É normal usar também colagens e experimentações com sintetizadores primitivos, fitas magnéticas e rádio para produzir música eletrônica, que freqüentemente continua sons e estruturas abstratas. Tudo isso como modo de representação do fascínio pelas qualidades hipnóticas e "mágicas" da própria estrutura do som.


    Primeira Geração: A Música Concreta (1940-1950)

    Pode se considerar que os pioneiros daquilo que mais tarde seria chamado de música industrial foram os compositores da música concreta. Um estilo músical ainda erudito, onde os compositores faziam parte do movimento avant-garde e portanto se importavam com o experimentalismo e a desconstrução sonora. Deste modo, acabaram criando a música eletrônica e a música experimental, e a junção destes dois gêneros é justamente o Industrial. Os representantes mais notáveis desta geração foram Pierre Boulez, Karlheinz Stockhausen, Edgar Varese, entre tantos outros.

    Segunda Geração: Krautrock e Pós Punk (1960-1970)

    Influênciados pela geração avant-garde e pelo rock progressivo da época, alguns compositores resolveram divulgar a música experimental em uma versão mais popular. Surgiu assim as bandas do Krautrock, como o Neu!, Kluster e o influente Kraftwerk. Estes seriam os pioneiros do industrial no mundo das bandas e gravadoras. Um tempo depois, influênciados pela cultura punk, surgiria algumas bandas que também se interessariam pelo experimentalismo eletrônico, como o Pere Ubu, Suicide, Killing Joke e o Clock DVA. A banda Throbbing Gristle já havia sido também criada antes destas três, porém ela seria a representante da terceira geração, quando as bandas passariam a ser consideradas industriais.

    Terceira Geração: Firmamento do Industrial (1970-1980)

    A terceira geração surgiu quando o termo "industrial" é inventado e é apartir daí que ele finalmente passa a ser considerado um autêntico gênero musical. O termo, cunhado por Monte Cazazza, levava a idéia de uma música criada para uma nova geração de pessoas, sendo toda a anterior, "agricultural". Depois de um tempo, porém, ele foi reinterpretado como se representasse uma "estética industrial". Surgiu assim uma série de compositores que adotaram este gênero. As bandas industriais clássicas são o Throbbing Gristle, Cabaret Voltaire, Skinny Puppy e o Einstürzende Neubauten.

    Quarta Geração: Crossovers (1990-2000)

    Esta geração, talvez a mais famosa de todas, foi aquela que resolveu misturar o gênero eletrônico industrial com outros estilos. Alguns destes crossovers já haviam sido inventados nos anos 80, mas foi nessa época que atingiram o grande público. Uma das misturas por exemplo, é o Industrial com o Synthpop, que ficou conhecido como EBM. Já outras bandas como o Atari Teenage Riot resolveram misturar o industrial com o techno e o punk rock hardcore, surgindo assim o Digital Hardcore. A mistura com o folk também ficou conhecida como Neofolk, e a mistura com a música ambiente ficou conhecida como Isolationism. A fusão mais famosa de todas sem dúvida é a do Industrial com o Rock, chamado simplesmente de Rock Industrial, cujo maiores representantes são o Nine Inch Nails, Marilyn Manson, e o antigo Killing Joke. Mais tarde surgiria o Metal Industrial, de bandas como KMFDM, Ministry, e o Rammstein.

    Quinta Geração: Do Experimental ao Pop (2000-atualmente)

    Aqui os crossovers continuaram em alta, a diferença porém foi a perda dos valores experimentais, e o Metal Industrial passou então a ser considerado "rock com qualquer tipo de música eletrônica", o que irrita alguns Rivetheads, que acreditam que a princípal característica do industrial é justamente o experimentalismo e a desconstrução eletrônica, afirmando que certas bandas poderiam ser mais encaixados no termo new metal do que no industrial em si. Esta questão inclusive já havia sido discutida ao observar as características sonoras do Rammstein e do Marilyn Manson. Outros fãs porém, são mais saudosistas com os novos grupos, destancando-se o Celldweller, Dope, Static-X, Deathstars, entre outros.

    Sexta Geração: Círculos Fechados (1980-atualmente)

    Com o surgimento do crossover, e a banalização do termo industrial por outras subculturas (como roqueiros e góticos), muitos dos ditos amantes da música industrial decidiram isolar-se completamente do que para eles seria o sequestro do industrial pela chamada indústria cultural, sendo assim, esta geração enfatiza uma séria de princípios bem como uma segregação total da cena industrial em relação á qualquer outra e a ultravalorização do espírito contracultural da música industrial, sendo expressa tanto no experimentalismo e no espírito vanguardista bem como em ações diretas. Tal cena circunda os estilos mais extremos da música industrial, os quais evoluiram diretamente da música industrial original, sendo os principais o power electronics (Ex: Genocide Organ, Suttcliffe Jugend) e death industrial (Ex.: Grey Wolves), tais estilos são evoluções naturais da música industrial não tendo contato com nenhuma outra cena, seja eletrônica ou rock. No cenário do industrial dançante, á partir dos anos 2004 as versões mais pop do ebm como o futurepop começam é despencar, essa queda é seguida do surgimento do industrial hardcore (mistura de gabber, frenchcore com industrial), technoid (meslca de IDM com noise rítmico) e o anhalt EBM (Electronic Body Music com fortes influênicas punk e oi!)


    Sub-Gêneros

    Desde que começou, a Música Industrial vêm se fragmentando, produzindo uma dezena de sub-gêneros. Por serem extremamente extensos, alguns consideram não ser necessário a criação de tantos grupos, já que todos podem ser considerados "industriais" de qualquer maneira.

    Alguns deles estão descritos abaixo:


    Noise

    O Noise ("ruído", "barulho") têm um nome auto-explicativo. Surge oficialmente com o NON (projeto de Boyd Rice). Seu trabalho é seguido de perto pelo italiano Maurizio Bianchi e os ingleses do Whitehouse. O Meca do estilo é o Japão; de lá saem o Merzbow e o Masonna, seguidos de bandas que aproximaram o estilo do rock (Melt Banana, Boredoms, etc).



    EBM

    Uma junção do Synthpop e Música Industrial, auxiliada por uma leva de novas tecnologias musicais/digitais mais acessíveis, surgidas nos anos 1980: os samplers, os sintetizadores baratos da Yamaha e o protocolo MIDI. Os representantes mais conhecidos desse gênero são o Nitzer Ebb, Front 242 e até mesmo o Kraftwerk.

    Rock Industrial

    Paralelo ao surgimento da Música industrial, o Pós-punk produziu muitas bandas que viriam a ser extremamente influentes as futuras gerações da Música Industrial. Um exemplo é o "death disco" do grupo PIL, uma mistura tensa de Dub, Krautrock e discothèque. Podemos também citar, da mesma geração, o "punk ácido" do Chrome, o rock esquizóide do Pere Ubu ou a depressão em forma de música que é o Joy Division.

    A segunda geração do Pós-punk, no entanto, foi a que realmente mereceu o título de "Rock Industrial". Dela saíram o Throbbing Gristle, Cabaret Voltaire, Killing Joke, Skinny Puppy e, mais tarde, o Young Gods e o Nine Inch Nails.

    Isolationism

    Também conhecido como "Dark Ambient", é a junção da Música ambiente, criada por Brian Eno, e a Música industrial "original". Os primeiros discos do gênero datam do início dos anos 1980. Alguns destaques do estilo: Lull, Final, :ziovet*france, Nocturnal Emissions, Lustmord' e Scorn.

    Neofolk

    A partir da 2º geração da Música Industrial, surgem artistas que transmutam a "filosofia" desse estilo para um contexto folk.

    Metal Industrial

    Se diz com frequência o Metal Industrial é só a junção do Heavy metal com a Música industrial. A verdade é mais complexa que isso: no Metal industrial cabem também o Pós-punk, o Hardcore, o Rock Alternativo, o Death Metal e, mais recentemente, o Hip-Hop e o Drum and Bass.

    Aqui, uma lista dos grupos proeminentes do estilo:

    Rammstein
    Nine Inch Nails
    Filter
    Ministry
    Fear Factory
    Static-x
    Marilyn Manson
    Godflesh
    Spineshank
    Orgy
    KMFDM
    White Zombie


    E aqui uma outra lista, com alguns destaques recentes:

    Celldweller
    Mortiis
    Dope
    Eisbrecher
    The Kovenant
    Megaherz
    Pain
    Deathstars
    Deadstar Assembly